Era uma vez, num reino muito distante, uma princesa perereca, que buscava seu sapo encantado.
O reino onde essa princesa vivia era super tecnológico, existindo celular e internet.
Certo dia, pela internet, ela encontrou um sapo, que morava num vilarejo bem distante de seu castelo.
O sapo, um pobre plebeu, gostou muito da princesa, e foi conhecê-la. Os dois começaram a namorar no primeiro encontro.
Pouco tempo depois, a princesa perereca adoeceu, e o sapo deixou sua família de lado para cuidar da princesa. Para isso, arranjou um trabalho na corte.
Com o passar do tempo, a princesa perereca apresentava alguns sinais de melhora, e a deixar o sapo de lado, para fazer o que bem entendia. O sapo, não querendo ficar para trás, também buscou sua liberdade, porém, a princesa tentava limitá-lo. Isso rendeu várias brigas entre o casal.
A instabilidade na saúde da princesa fez com que o sapo deixasse seus amigos de lado para cuidar dela, porém, sempre que havia algum sinal de melhora, quem era deixado de lado era o sapo.
A princesa sempre tentava mudar a forma de agir, de falar, e de pensar do sapo. Sempre tentava jogá-lo para baixo, inventando defeitos, e cobrando melhoras nessa característica, enquanto o sapo, por sua vez, queria apenas que a saúde da princesa melhorasse, e que ela reconhecesse o esforço dele para vê-la e fazê-la melhor.
A princesa não mudava sua forma de agir e pensar quando estava bem, e, certa vez, quando o sapo não estava se sentindo bem, e procurando apoio, ela fez de tudo para brigarem. Por fim, romperam o namoro.
Logo em seguida, a princesa se mudou para a corte de outro reino muito distante, mas os dois continuaram se comunicando.
O sapo, tentando seguir sua vida, arranjou outra perereca, e, durante um telefonema da princesa, ele informou isso a ela.
Devido a notícia, a vida do sapo tornou-se um inferno, com inúmeras ligações diárias tentando forçá-lo a abandonar a outra perereca. Como ele ainda gostava da princesa, e já não aguentava o número diário de ligações, o fez.
O sapo e a princesa voltaram a namorar logo em seguida, porém, a princesa ficou com a paranoia de que o sapo sempre a estava traindo, e buscando outras pererecas. A princesa privou o sapo de sua vida social, e o fez pôr fim nos contatos que ele tinha com antigos amigos. - Ela implicava com qualquer coisa que fosse relacionada a outras pererecas. Em algumas vezes, tinha razão, mas não aceitava a explicação.
O sapo, por gostar da princesa, ainda cuidou dela durante crises no seu problema de saúde. Estava sempre ao seu lado, apoiando, e dando toda a atenção que ela precisava (e exigia).
Certa vez, ela retornou do reino distante para se tratar. Ele apoiou essa decisão, e manteve-se totalmente focado na saúde dela. - Ela, por sua vez, o destratou, sempre usando como justificativa para os maus tratos, seu problema de saúde.
No primeiro sinal de melhora, ela, novamente, voltou a duvidar do caráter do sapo, mesmo após tudo o que ele fez por ela.
Os dois, enfim, resolveram terminar o namoro novamente. Ele, pensando nele e na saúde dela, pois, ambos estavam sofrendo com a desconfiança da princesa (mesmo que injustificada).
Depois disso, o sapo resolveu tentar refazer seus antigos contatos, abandonados por causa da princesa... E a princesa, por essa atitude do sapo, disse a todos os seus amigos que o sapo não presta, e tentou exigir que ele não o fizesse, se quisesse que eles continuassem amigos.
O sapo, então, não mudou de ideia, e cada um tomou seu rumo.
Moral da história:
Nunca se deixe de lado, à sua família, ou aos seus amigos, por causa de uma perereca.
nuuuuuuu hahahah
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