Era um grande deserto. Durante o dia, sol escaldante, sem nenhuma sombra para proteção. Durante a noite, frio congelante. Não havia meio termo naquele ambiente extremo.
Por todos os lados, um viajante perdido, carregando apenas uma mochila e um cantil vazio, só via areia, o céu totalmente azul, e nuvens. Nas noites, via areia, a Lua e um céu repleto de estrelas, que ele insistentemente contava, para matar o tempo.
Um, dois, três, ... quarenta e... perdi a conta. Um, dois, três... - E fazia isso, tentando identificar cada estrela, acreditando que o sono chegaria em algum momento.
Em um determinado dia, ele avistou, bem longe ... lá no fundo ... no horizonte ... o que parecia uma copa de árvore, e pensou: "se tem árvore lá, também tem água e algo para comer".
O viajante balançou seu cantil mais uma vez, como se não soubesse que estava vazio; olhou novamente a imagem que via tão distante, e resolveu se aproximar um pouco, para se certificar de que aquilo que via era real.
Na verdade aquele não era o caminho que ele ia seguir... Estava disposto a ir em outra direção, buscar a saída daquele mundo de areia no qual se perdeu. - Para não sair muito do seu caminho, decidiu andar por apenas alguns quilômetros em direção àquele oásis que ameaçava surgir aos seus olhos.
Isso já aconteceu outras vezes, mas, nelas, ele possuía água em seu cantil, e mantimentos. Havia energia em seu corpo, e esperança em seu coração, para atingir os oásis que surgiram em seu caminho.
O medo que o viajante sente nesse momento, não sentiu das outras vezes. Em todas as vezes que aconteceu, acreditou profundamente serem reais, e foi atrás, buscando seu objetivo.
Em todos os casos, após muito tempo de caminhada, encontrou apenas areia. Eram miragens que "sorriam" para ele, como se fosse o que ele mais desejava no momento.
Agora, novamente ele segue, em busca de um novo oásis... Só que, diferente das outras vezes, com uma grande preocupação em mente: será mais uma miragem?
Por todos os lados, um viajante perdido, carregando apenas uma mochila e um cantil vazio, só via areia, o céu totalmente azul, e nuvens. Nas noites, via areia, a Lua e um céu repleto de estrelas, que ele insistentemente contava, para matar o tempo.
Um, dois, três, ... quarenta e... perdi a conta. Um, dois, três... - E fazia isso, tentando identificar cada estrela, acreditando que o sono chegaria em algum momento.
Em um determinado dia, ele avistou, bem longe ... lá no fundo ... no horizonte ... o que parecia uma copa de árvore, e pensou: "se tem árvore lá, também tem água e algo para comer".
O viajante balançou seu cantil mais uma vez, como se não soubesse que estava vazio; olhou novamente a imagem que via tão distante, e resolveu se aproximar um pouco, para se certificar de que aquilo que via era real.
Na verdade aquele não era o caminho que ele ia seguir... Estava disposto a ir em outra direção, buscar a saída daquele mundo de areia no qual se perdeu. - Para não sair muito do seu caminho, decidiu andar por apenas alguns quilômetros em direção àquele oásis que ameaçava surgir aos seus olhos.
Isso já aconteceu outras vezes, mas, nelas, ele possuía água em seu cantil, e mantimentos. Havia energia em seu corpo, e esperança em seu coração, para atingir os oásis que surgiram em seu caminho.
O medo que o viajante sente nesse momento, não sentiu das outras vezes. Em todas as vezes que aconteceu, acreditou profundamente serem reais, e foi atrás, buscando seu objetivo.
Em todos os casos, após muito tempo de caminhada, encontrou apenas areia. Eram miragens que "sorriam" para ele, como se fosse o que ele mais desejava no momento.
Agora, novamente ele segue, em busca de um novo oásis... Só que, diferente das outras vezes, com uma grande preocupação em mente: será mais uma miragem?
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