Quando me olho no espelho, não vejo uma mulher de olhos cansados, de cabelos brancos e opacos; com as faces flácidas e enrugadas... Não.
Quando me olho no espelho, vejo uma mulher radiante; com belos cabelos negros, olhar penetrante e alegre. A cútis, ruborizada por algum galanteio... talvez.
Vejo a mulher que sofreu, chorou, riu, e sentiu todo o prazer de ver o nascimento de seus filhos.
A mulher que batalhou no seu dia a dia, junto ao seu companheiro. Umas lutas foram vencidas, outras perdidas.
Quando me olho no espelho, vejo que, por mais que o tempo tenha me mudado, o presente não ofuscou a minha memória do passado.
Quando me olho no espelho, vejo uma mulher radiante; com belos cabelos negros, olhar penetrante e alegre. A cútis, ruborizada por algum galanteio... talvez.
Vejo a mulher que sofreu, chorou, riu, e sentiu todo o prazer de ver o nascimento de seus filhos.
A mulher que batalhou no seu dia a dia, junto ao seu companheiro. Umas lutas foram vencidas, outras perdidas.
Quando me olho no espelho, vejo que, por mais que o tempo tenha me mudado, o presente não ofuscou a minha memória do passado.
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